A tenista número 5 do mundo, Jessica Pegula, è mais uma a comentar a possibilidade real de um boicote dos jogadores aos Grand Slams.
Em entrevista após sua estreia no WTA 1000 de Roma, a americana criticou o baixo repasse da receita dos grandes torneios aos atletas e defendeu mudanças urgentes na estrutura financeira do esporte.
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União das estrelas: Sinner e Sabalenka na mira
Pegula destacou que a insatisfação não é isolada. A jogadora celebrou o apoio de nomes como Jannik Sinner e Aryna Sabalenka, que também se manifestaram contra as premiações atuais. Para ela, a união das “vozes proeminentes” é o que pode forçar os Slams a cederem.
As principais reivindicações dos jogadores:
- Aumento de receita: Maior percentual dos lucros bilionários dos Grand Slams repassado aos prêmios.
- Bem-estar e pensões: Criação de um sistema de aposentadoria e suporte à saúde dos atletas a longo prazo.
- Comunicação direta: Melhora no diálogo entre as organizações dos torneios e os conselhos de jogadores.
”Espero que não tenhamos que chegar ao ponto de um boicote; isso seria uma medida extrema. O que está claro é que algo precisa ser feito“, afirmou Pegula, reforçando que está disposta a tomar medidas drásticas se o grupo estiver alinhado.
Com final de US Open e diversos títulos de WTA 1000 na prateleira, Jessica Pegula é uma das vozes mais respeitadas no vestiário feminino, o que dá ainda mais peso à ameaça de paralisação.


