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Sorana Cirstea vence Ostapenko e garante vaga na semifinal do WTA 1000 de Roma

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A romena Sorana Cirstea confirmou sua excelente fase no saibro ao garantir vaga na semifinal do WTA 1000 de Roma. Nesta terça-feira (12), a tenista derrotou a letã Jelena Ostapenko por 2 sets a 0 (parciais de 6-1 e 7-6), consolidando uma campanha de peso que já inclui vitórias sobre nomes como Aryna Sabalenka (líder mundial) e Linda Noskova.

O Jogo: domínio e reação

Cîrstea atropelou no primeiro set, fechando a parcial em apenas 26 minutos. No segundo set, o cenário mudou: Ostapenko reagiu, abriu 5-3 e teve um set point a favor. No entanto, a romena demonstrou resiliência, salvou a parcial e fechou o jogo no tie-break após mais de uma hora de disputa intensa no saibro italiano.

Marco histórico no ranking WTA

Com a classificação para a semifinal — sua oitava vitória no saibro em 2026 — Sorana Cirstea dará um salto significativo na classificação mundial:

  •  *Nova posição: 21º lugar no ranking da WTA.
  • Feito histórico: ela iguala sua melhor marca da carreira, alcançada originalmente há 13 anos (agosto de 2013).

Próximos jogos: quem Cirstea enfrenta agora?

Por uma vaga na grande final no Foro Itálico, Cirstea aguarda a vencedora do duelo entre Mirra Andreeva e Coco Gauff.

Além disso, as quartas de final seguem movimentadas nesta quarta-feira com confrontos de elite:

  •  Jessica Pegula vs. Iga Swiatek
  • Elena Rybakina vs. Elina Svitolina

Por que Djokovic abriu mão de defender o título de Genebra?

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O sinal de alerta está ligado para Novak Djokovic. Após sofrer sua eliminação mais precoce da história no Masters 1000 de Roma, o atual número 4 do mundo decidiu não competir no ATP 250 de Genebra. A decisão surpreende, já que o sérvio é o atual campeão do torneio suíço e precisaria, teoricamente, de ritmo de jogo para o segundo Grand Slam do ano.

O fiasco em Roma e os problemas físicos

Em sua 19ª participação no Foro Italico, o hexacampeão foi surpreendido pelo fenômeno croata Dino Prizmic. Após vencer o primeiro set com autoridade, Nole apresentou claros sinais de mal-estar estomacal, perdendo a intensidade e permitindo a virada por 6-2, 2-6, 4-6.

Essa derrota foi apenas o terceiro evento do sérvio em 2026, evidenciando uma falta de ritmo após dois meses de hiato desde Indian Wells.

Mudança de estratégia: 2025 vs. 2026

A comparação com a temporada passada torna a situação atual ainda mais intrigante. Em 2025, vivendo um cenário similar de instabilidade, Djokovic usou Genebra como o aquecimento perfeito:

  • Em 2025: venceu Hubert Hurkacz em uma final épica de 3h05min para conquistar seu 100º título da ATP.
  • Em 2026: optou por ignorar o torneio e focar exclusivamente em treinos fechados.

Um tabu negativo em Roland Garros

O dado mais alarmante para os fãs de Djokovic é estatístico. Pela primeira vez desde que começou a disputar o Grand Slam de Paris, Novak entrará na chave principal sem ter vencido uma única partida oficial no saibro no ano.

A aposta do veterano é clara: trocar a pressão da competição oficial pela calmaria das quadras de treino para recuperar a saúde e a precisão técnica. No entanto, em um esporte onde o timing de bola é tudo, a ausência de vitórias pode custar caro nas rodadas iniciais de Roland Garros, especialmente contra adversários fisicamente mais inteiros.

Wawrinka e Monfils garantem vaga em Roland Garros para despedida épica

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O Grand Slam francês, que começa no dia 25 de maio, já respira histórias fascinantes. Apesar das notícias tristes para os fãs — as ausências de Carlos Alcaraz e Holger Rune —, a Federação Francesa de Tênis (FFT) tratou de garantir que o espetáculo continue com nomes de peso e promessas que já dão o que falar.

O último baile: Monfils e Wawrinka

O anúncio dos convites trouxe um tom nostálgico para o torneio deste ano. Duas figuras icônicas do circuito confirmaram que 2026 será a temporada final de suas carreiras:

  • Gael Monfils: O showman francês fará sua última aparição no “quintal de casa”. A organização já planeja um evento comemorativo para celebrar o legado do atleta que sempre incendiou a torcida parisiense.
  • Stan Wawrinka: O campeão de 2015 recebeu um convite especial para encerrar sua história em Paris. “Stan the Man” busca um último grande resultado no saibro onde viveu seu maior momento de glória.

O jovem Moise Kouame

Se por um lado nos despedimos de veteranos, por outro o mundo conhecerá Moise Kouame. Com apenas 17 anos, o jovem francês é a grande surpresa da lista. Kouame já mostrou as garras em torneios ATP nesta temporada, incluindo vitórias em Montpellier e no Masters de Miami. Sua inclusão na chave principal é uma aposta clara no futuro do tênis francês.

Lista completa de convidados (wildcards) masculinos

Como de costume, a maioria das vagas foi para talentos locais, com apenas três exceções internacionais:

  • Franceses: Titouan Droguet, Hugo Gaston, Arthur Gea, Gael Monfils e Moise Kouame.
  • Internacionais: Nishesh Basavereddy (EUA), Adam Walton (AUS) e Stan Wawrinka (SUI).

Sinner atropela Popyrin e fica a um passo de recorde histórico

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A “máquina” italiana não para. Nesta segunda-feira, Jannik Sinner precisou de apenas 67 minutos para despachar o australiano Alexei Popyrin com parciais de 6/2 e 6/0. A vitória dominante garantiu ao ídolo local a vaga nas oitavas de final do Masters 1000 de Roma, mas o verdadeiro destaque está nos livros de história: Sinner atingiu 30 vitórias consecutivas em torneios de nível Masters 1000.

Com este resultado, o italiano empata com Novak Djokovic (2011) com a segunda maior série invicta da categoria desde 1990, superando os 29 triunfos de Roger Federer.

A caça ao recorde absoluto

Sinner está agora a apenas duas vitórias de se tornar o recordista solitário. Se alcançar as semifinais no Foro Itálico, ele ultrapassará a marca de 31 vitórias de Djokovic e se isolará como o jogador mais dominante da história dos Masters 1000 em termos de invencibilidade.

Jogador Série Invicta (Masters 1000) Ano/Período
Novak Djokovic 31 vitórias 2011
Jannik Sinner 30 vitórias 2025-2026
Novak Djokovic 30 vitórias 2014-2015
Roger Federer 29 vitórias 2005-2006

O domínio total em 2026

A sequência de Sinner é assombrosa. Após um início de temporada sólido, ele engatou uma sequência de títulos que o transformou no primeiro tenista da história a vencer cinco Masters 1000 consecutivos: Indian Wells, Miami, Monte Carlo, Madri e, agora, busca o título inédito em Roma.

No geral, Sinner contabiliza 25 vitórias seguidas em todas as superfícies. Seu último revés aconteceu em fevereiro, no ATP 500 de Doha, diante do tcheco Jakub Mensik. Desde então, o italiano tem sido inalcançável, perdendo sets apenas na final de Roma do ano passado para Carlos Alcaraz — sua melhor campanha no torneio até então.

Derby Italiano nas oitavas de final

O próximo obstáculo no caminho de Sinner é o compatriota Andrea Pellegrino (155º), que entrou como convidado e surpreendeu o norte-americano Frances Tiafoe.

Apesar da diferença abissal no ranking, Sinner mantém o foco. O único confronto entre os dois aconteceu em 2019, em um torneio de nível ITF, com vitória fácil do atual número 1 por duplo 6/1. Em jogo, além da vaga nas quartas, está a manutenção do sonho do título inédito diante de sua fanática torcida.

Roland Garros nunca pegou em uma raquete! Conheça a história real por trás do nome

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Roland Garros é o ápice da gira europeia de saibro, mas sua história esconde fatos que vão muito além dos longos ralis de fundo de quadra. Se você acha que sabe tudo sobre o Grand Slam francês, prepare-se para ser surpreendido.

Aqui estão cinco curiosidades que fogem do comum:

1. O nome não é de um tenista

Diferente do que muitos imaginam, Roland Garros nunca foi tenista. Ele era um herói da aviação francesa e pioneiro da Primeira Guerra Mundial. Garros foi o primeiro homem a atravessar o Mar Mediterrâneo em um voo sem escalas (em 1913). O estádio recebeu seu nome em 1928, dez anos após sua morte em combate, por insistência de um amigo de faculdade que era o presidente do clube que cedeu o terreno.

2. A “terra batida” não é de terra

O famoso saibro de Roland Garros é, na verdade, uma “receita de bolo” tecnológica composta por cinco camadas. A superfície vermelha que vemos é apenas uma fina camada (cerca de 2mm) de pó de tijolo. Abaixo dela, há calcário, uma camada de carvão vulcânico (escória), brita e, por fim, pedras grandes para drenagem. Originalmente, no século XIX, o pó de tijolo foi usado para cobrir a grama que queimava sob o sol do sul da França.

3. O troféu e os “Quatro Mosqueteiros”

O troféu masculino chama-se Taça dos Mosqueteiros, mas não é uma referência ao livro de Alexandre Dumas. O nome homenageia quatro lendas do tênis francês: René Lacoste, Jean Borotra, Henri Cochet e Jacques Brugnon. Eles dominaram o esporte nos anos 20 e 30 e foram os responsáveis pela construção do estádio, já que a França precisava de um local à altura para defender o título da Copa Davis que eles haviam conquistado.

4. O saque “por baixo” de Michael Chang

Em 1989, aconteceu um dos momentos mais bizarros e icônicos do torneio. Michael Chang, então com 17 anos, enfrentava o favorito Ivan Lendl nas oitavas de final. Sofrendo com cãibras terríveis e mal conseguindo ficar de pé, Chang decidiu usar o psicológico: ele deu um saque por baixo, deixando Lendl completamente desconcertado. Chang acabou vencendo a partida e o torneio, tornando-se o campeão masculino mais jovem da história.

5. Um torneio “bairrista” no início

Quando foi criado em 1891, o torneio era chamado de Championnat de France e tinha uma regra estrita: só podiam participar jogadores que fossem membros de clubes de tênis franceses. O curioso é que o primeiro vencedor, H. Briggs, era britânico — mas, como ele morava em Paris e jogava em um clube local, pôde competir. O torneio só se tornou “aberto” para estrangeiros de fora dos clubes franceses em 1925.

Roddick defende Djokovic em cobrança por premiações maiores nos Grand Slams

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A discussão sobre a disparidade financeira no tênis ganhou um capítulo de peso. No último episódio de seu podcast, Served, o ex-número 1 do mundo Andy Roddick saiu em defesa de Novak Djokovic na cruzada por premiações mais justas nos Grand Slams.

A polêmica estourou após os reajustes de Roland Garros ficarem muito aquém do crescimento real das receitas do torneio, reacendendo o debate sobre a divisão do “bolo” no tênis mundial.

Para Roddick, a postura de Djokovic não é sobre ganância, mas sobre justiça sistêmica. O sérvio tem sido a voz principal no apoio a um possível boicote, caso os torneios não recalculem os ganhos dos atletas proporcionalmente ao crescimento bilionário das receitas.

Quando Novak fala sobre isso, não é porque ele precisa de mais dinheiro. Se Novak fala sobre isso, a imprensa fala. A imprensa aumenta a pressão. As pessoas precisam saber o que está acontecendo“, disparou o ex-tenista.

A Comparação com a NBA

Roddick traz um dado comparativo que expõe o abismo do tênis em relação a outros esportes:

  • Exigência dos tenistas: uma participação de 22% na receita dos Grand Slams.
  • Padrão NBA: a liga americana já passou por greves para garantir uma divisão de 53-47% entre donos e jogadores.

Se os ganhos dos jogadores não crescerem proporcionalmente ao torneio, é simplesmente vergonhoso. Sim, os jogadores de elite são ricos, mas essa não é a realidade de quem está em 90º no ranking“, avaliou Roddick.

Do drama da lesão às oitavas em Roma: o que mudou na vida de Dino Prizmic?

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O croata Dino Prizmic provou que a vitória sobre Novak Djokovic não foi obra do acaso. Nesta semana, o jovem de 20 anos garantiu sua vaga nas oitavas de final do Masters 1000 de Roma ao derrotar o francês Ugo Humbert com uma atuação sólida e agressiva. O resultado coloca Prizmic em uma posição inédita na carreira e alimenta planos ambiciosos para o restante da temporada de 2026.

Com a campanha no Foro Itálico, Prizmic está saltando provisoriamente da 79ª para a 68ª posição do ranking mundial, sua melhor marca até aqui. No entanto, o atleta quer mais: sua meta é fechar o ano entre os 30 melhores do mundo.

A superação após o drama no punho

A caminhada de Prizmic não foi isenta de obstáculos. Após brilhar no Australian Open de 2024, o tenista enfrentou um longo período de inatividade devido a uma lesão no punho direito. O problema interrompeu sua evolução justamente quando os holofotes estavam sobre ele.

Não foi fácil quando tive muitos problemas no punho. Mas felizmente agora está tudo bem. Só quero continuar saudável e jogar o máximo possível“, revelou o croata, que precisou encarar o qualificatório em Roma para chegar à chave principal.

Foco total e o próximo desafio: Karen Khachanov

Diferente de outros atletas que aproveitam a capital italiana para o turismo, Prizmic mantém uma rotina austera. O foco é 100% na recuperação física e na preparação técnica. Ele admitiu que nomes de sua geração, como Alexander Blockx e Jakub Mensik, subiram mais rápido enquanto ele se recuperava, o que serve de combustível extra para sua escalada.

Agora, o desafio sobe de nível. Nas oitavas de final, Prizmic enfrentará pela primeira vez o russo Karen Khachanov (13º pré-classificado).

  • O jogo: Khachanov traz uma potência de fundo de quadra que testará a resiliência defensiva do croata.
  • Oportunidade: Uma vitória sobre o russo pode colocar Prizmic próximo ao Top 50 ainda nesta quinzena.

Bia Haddad encara “carrrasca” e atual campeã na estreia em Paris

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A paulista Beatriz Haddad Maia já está em solo francês para iniciar sua jornada no WTA 125 de Paris. Disputado no tradicional clube Lagardère Paris Racing, o torneio oferece uma premiação de US$ 115 mil e serve como o penúltimo ajuste da brasileira antes do segundo Grand Slam da temporada.

Bia, que foi vice-campeã deste evento em 2022, não figura entre as cabeças de chave e terá um sorteio indigesto logo de cara.

O desafio: Diane Parry e o “tabu” do saibro

A estreia será contra a francesa Diane Parry (108ª), que venceu o torneio em 2023. Embora Bia tenha vencido o encontro mais recente entre elas (Miami 2024), o retrospecto no saibro favorece amplamente a francesa.

  • H2H Geral: 2-1 para Diane Parry.

  • No Saibro: 2 vitórias de Parry (Buenos Aires e Santiago 2021).

  • Último confronto: Vitória de Bia, de virada, em quadra dura.

O caminho até a final

Se passar pela estreia, a brasileira terá um quadrante repleto de nomes experientes e jovens promessas. Confira as potenciais adversárias:

Rodada Potencial Adversária
2ª Rodada Chloe Paquet (FRA) ou Maya Joint (AUS – #34)
Quartas Sloane Stephens (ex-nº 3) ou Yulia Putintseva
Semifinal Leylah Fernandez (2ª favorita) ou Sara Bejlek

Do outro lado da chave, grandes nomes como Madison Keys, Emma Navarro e a atual campeã Katie Boulter lideram a corrida pelo título, tornando o nível técnico deste WTA 125 comparável a muitos torneios de nível 500.

Calendário: maratona francesa

Após Paris, Bia Haddad não terá descanso. A brasileira já está confirmada no WTA 500 de Estrasburgo na próxima semana, fechando seu ciclo de preparação oficial antes do sorteio da chave principal de Roland Garros.

“Tênis não é futebol”: o desabafo de João Fonseca após clima hostil em Roma

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A jornada de João Fonseca no Masters 1000 de Roma terminou de forma amarga e cercada de polêmica. Eliminado pelo sérvio Hamad Medjedovic, o carioca de 19 anos não escondeu o incômodo com o comportamento de parte da torcida brasileira presente no Foro Itálico. O clima hostil, que por vezes lembrou estádios de futebol, gerou atritos diretos entre Medjedovic e a arquibancada, afetando o ritmo de uma partida decidida nos detalhes.

Durante o terceiro set, a tensão atingiu o ápice. Medjedovic, visivelmente irritado com manifestações durante o seu saque em pontos cruciais, chegou a pedir ao árbitro que “mandasse a torcida calar a boca”, sendo respondido com vaias pesadas. Em entrevista à ESPN, Fonseca discordou da postura agressiva do rival, mas deu razão ao incômodo com o excesso de barulho. Para o número 1 do Brasil, é preciso entender que a dinâmica do tênis exige um respeito que ultrapassa a paixão clubística.

Eu adoro a torcida, mas tem que ter um pouco de limite e respeito. A torcida brasileira às vezes pensa que é um jogo de futebol. Isso não atrapalha apenas o adversário, mas também me atrapalha“, ponderou Fonseca, destacando que o excesso de interrupções quebra a concentração necessária para o alto nível.

Além das arquibancadas, João Fonseca direcionou críticas ao gerenciamento da partida. Segundo o brasileiro, o árbitro de cadeira perdeu o controle emocional do confronto na reta final, especialmente quando o placar marcava 5 a 5 no set decisivo. João admitiu que ele mesmo acabou perdendo o controle momentaneamente devido às decisões equivocadas da arbitragem, classificando o episódio como uma dura lição para sua evolução no circuito.

Apesar da eliminação precoce, Fonseca encara o ocorrido com maturidade. O jovem ressaltou que, embora ame jogar com o apoio dos fãs, o ambiente em Roma serviu para mostrar que a linha entre o apoio e o prejuízo técnico é tênue. Agora, o foco do brasileiro se volta para os ajustes mentais e técnicos, visando manter a consistência em um circuito onde o controle emocional vale tanto quanto um bom saque.

​De Osaka a Svitolina: o guia das mães que dominam o circuito mundial de tênis

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Atualmente, o circuito da WTA vive um momento histórico em que a maternidade não é mais vista como o fim da carreira, mas sim como uma pausa para o retorno ao alto nível. Em fevereiro de 2026, inclusive, houve um marco inédito: pela primeira vez na história, duas mães figuraram simultaneamente no Top 10 do ranking mundial.

Aqui estão as 10 tenistas mais famosas que são mães e seguem competindo (ou retornaram recentemente) no circuito profissional:

1. Naomi Osaka (Japão)

A ex-número 1 do mundo e dona de 4 títulos de Grand Slam retornou em 2024 após o nascimento de sua filha, Shai. Em 2026, ela continua sendo uma das maiores estrelas do esporte, provando que é possível manter o poder de jogo após a maternidade.

2. Victoria Azarenka (Bielorrússia)

Uma das pioneiras dessa “nova geração” de mães. Ex-número 1 e bicampeã do Australian Open, Azarenka retornou em 2018 após o nascimento de seu filho, Leo. Ela segue competitiva no topo do ranking e é uma voz ativa pelos direitos das jogadoras que são mães.

3. Angelique Kerber (Alemanha)

A tricampeã de Grand Slam e ex-líder do ranking voltou ao circuito em 2024 após o nascimento de sua filha, Liana. Kerber trouxe de volta sua resiliência característica, sendo uma das veteranas mais respeitadas do tour.

4. Caroline Wozniacki (Dinamarca)

Wozniacki chegou a se aposentar, mas decidiu voltar ao tênis após ter dois filhos (Olivia e James). A ex-número 1 do mundo e campeã do Australian Open de 2018 é um dos maiores exemplos de conciliação entre a rotina de duas crianças e as viagens do circuito.

5. Elina Svitolina (Ucrânia)

Um dos maiores sucessos recentes. Svitolina retornou em tempo recorde após o nascimento de sua filha, Skai (com o tenista Gaël Monfils), e em 2026 fez história ao retornar ao top 10 da WTA, alcançando semifinais de Grand Slam após se tornar mãe.

6. Belinda Bencic (Suíça)

A campeã olímpica de Tóquio é a mais nova integrante do grupo de elite das mães. Após o nascimento de sua filha, Bella, Bencic conseguiu o feito de estar no top 10 junto com Svitolina em 2026, consolidando o sucesso das “mamães” no ranking.

7. Tatjana Maria (Alemanha)

Mãe de duas filhas (Charlotte e Cecilia), Tatjana é famosa por viajar o mundo com a família completa. Ela viveu o melhor momento da carreira após a segunda gravidez, chegando à semifinal de Wimbledon e vencendo títulos da WTA com mais de 30 anos.

8. Taylor Townsend (EUA)

Uma das melhores jogadoras de duplas do mundo (chegando ao número 2 em 2026) e também destaque em simples. Ela é mãe de Adyn Aubrey e frequentemente compartilha os desafios e as alegrias de ser uma mãe solo e atleta de elite.

9. Vera Zvonareva (Rússia)

A veterana e ex-número 2 do mundo é mãe de Evelina. Mesmo aos 41 anos, Zvonareva continua ativa, especialmente nas duplas, onde ainda conquista títulos importantes e compete em alto nível contra jogadoras muito mais jovens.

10. Yanina Wickmayer (Bélgica)

Ex-semifinalista do US Open, Wickmayer retornou ao circuito após o nascimento de sua filha, Luana. Ela é uma das jogadoras que utiliza o sistema de “ranking protegido” da WTA para reconstruir sua carreira no circuito profissional.