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Svitolina dispara contra tenistas russas e bielorrussas: “Não existem atletas neutras”

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Svitolina questiona neutralidade de russas e bielorrussas antes da BJK Cup: “Não existem atletas neutras”

Resumo da notícia
  • Críticas duras: Elina Svitolina contestou o conceito de neutralidade adotado pela WTA/ATP e criticou atletas russas e bielorrussas que trocaram de bandeira sem condenar a guerra.
  • Combustível em quadra: A ucraniana admitiu que encarar rivais dos países invasores aumenta sua determinação e motivação durante as partidas.
  • Decisão na China: A ex-número 3 do mundo lidera a seleção ucraniana no confronto contra a Bélgica pelas quartas de final da Billie Jean King Cup.

A poucas horas de liderar a Ucrânia na fase decisiva da Billie Jean King Cup, em Shenzhen, Elina Svitolina voltou a se pronunciar de forma incisiva sobre os impactos geopolíticos da guerra em seu país no tênis profissional. Em entrevista concedida à BBC News, a ex-número 3 do mundo e atual referência do esporte ucraniano questionou abertamente o conceito de neutralidade adotado pelas entidades do tênis e criticou jogadoras russas e bielorrussas que trocaram de nacionalidade sem se posicionar publicamente contra o conflito.

“Para mim, não existem atletas neutras. Existem jogadoras que, apesar de tudo, continuam competindo e representando um Estado agressor. Quanto àquelas que mudaram de nacionalidade, mas nunca expressaram sua posição, também considero que fizeram isso apenas em benefício próprio.”

— Elina Svitolina, em entrevista à BBC News.

Desde a invasão russa ao território ucraniano em fevereiro de 2022, os órgãos reguladores do tênis mundial (ATP, WTA e ITF) permitem que atletas da Rússia e de Belarus sigam competindo individualmente sem a exibição de suas bandeiras, hinos ou identificações nacionais oficiais.

Motivação em quadra e a relação entre esporte e política

A veterana de 32 anos admitiu que encarar adversárias dos países invasores do outro lado da rede ainda é um processo doloroso, mas garante transformar a tensão emocional em combustível competitivo:

  • Estímulo extra: “É difícil entrar em quadra e jogar contra elas, mas isso também me dá uma motivação enorme para derrotá-las”, assegurou a tenista natural de Odessa.
  • Propaganda esportiva: Para Svitolina, a tese de que o esporte não deve se misturar com a política é ilusória, argumentando que os governos de Rússia e Belarus usam o prestígio de seus atletas como ferramenta de propaganda e orgulho nacional.

Foco na Billie Jean King Cup em Shenzhen

Apesar das fortes declarações nos bastidores, o foco imediato de Svitolina está totalmente voltado para as quadras duras da China. Como principal nome de sua delegação, ela lidera a Ucrânia no duelo de quartas de final da fase final da Billie Jean King Cup contra a Bélgica. Uma vitória colocará o time ucraniano entre as quatro melhores seleções do mundo na maior competição feminina por equipes do tênis internacional.

📊 Raio-X do Confronto: Ucrânia vs. Bélgica (Clique para retrair)
Informação Detalhes do Evento
Confronto Ucrânia vs. Bélgica (Quartas de Final – BJK Cup)
Sede Shenzhen, China
Horário Quarta-feira, às 23h (Horário de Brasília) / Quinta-feira (horário local)
Líder Ucraniana Elina Svitolina (ex-número 3 da WTA)

Alexander Zverev critica formato da Copa Davis e deixa participação em aberto na fase final

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Zverev detona formato da Copa Davis após classificar a Alemanha: “É um lixo total”

Resumo da notícia
  • Insatisfação aberta: Apesar da vitória da Alemanha por 3 a 1 sobre a Croácia, Alexander Zverev criticou duramente o atual modelo da ITF para a Copa Davis.
  • Dúvida para as finais: O número 2 do mundo elogiou a equipe, mas deixou em aberto sua participação na etapa decisiva na Itália.
  • Fim do jejum em pauta: A Alemanha, tricampeã da competição, busca o título que não conquista desde 1993.

Mesmo cumprindo seu papel com maestria dentro de quadra, Alexander Zverev não escondeu sua profunda insatisfação com a estrutura atual do tênis por equipes. Logo após liderar a Alemanha na vitória por 3 a 1 contra a Croácia, na fase de grupos da Copa Davis 2026, o atual número 2 do mundo e recente campeão do US Open fez duras críticas ao modelo adotado pela Federação Internacional de Tênis (ITF).

“É um lixo total. […] A Copa Davis aqui em casa, diante da nossa torcida, foi incrível. Para mim, é exatamente disso que se trata a competição.”

— Alexander Zverev, sobre o atual formato da competição.

Apesar de reconhecer a força do elenco alemão — afirmando que a equipe tem capacidade para “ir até o fim” —, o tenista deixou em aberto sua presença na etapa decisiva do torneio, que acontecerá entre os dias 24 e 29 de novembro, na Itália. Questionado se jogará, limitou-se a responder de forma enigmática: “Vamos ver”.

Show em casa e solidez nas duplas

Atuando diante de sua torcida em Halle, Zverev manteve a embalada fase do circuito e venceu seus dois compromissos de simples sem sustos maiores. Ele superou Matej Dodig no sábado e definiu o confronto ao bater Dino Prizmic no domingo.

Além do brilho de seu principal jogador, a Alemanha contou com o retrospecto avassalador de Kevin Krawietz e Tim Puetz. A parceria superou os renomados croatas Nikola Mektic e Mate Pavic, alcançando a incrível marca de 18 vitórias em 20 partidas juntas pela Copa Davis.

📊 Raio-X do Confronto: Alemanha 3 x 1 Croácia (Clique para retrair)
Partida Confronto Direto Placar Final
Simples 1 Alexander Zverev (ALE) vs. Matej Dodig (CRO) 6/4 e 7/6
Duplas Krawietz/Puetz (ALE) vs. Mektic/Pavic (CRO) 7/5 e 6/2
Simples 2 Alexander Zverev (ALE) vs. Dino Prizmic (CRO) 6/2 e 6/4

A busca pelo fim do jejum de três décadas

Tricampeã da competição, a Alemanha não ergue a taça da Copa Davis desde 1993. Sob o comando do capitão Michael Kohlmann, o país alcançou a fase final pelo terceiro ano consecutivo, tentando superar as dolorosas eliminações nas semifinais de 2021 e do ano passado, quando caíram no jogo decisivo de duplas contra a Espanha.

“Temos uma equipe forte que merece estar na fase final”, concluiu Zverev, reforçando o contraste entre o carinho pelo ambiente dos jogos em casa e sua rejeição ao formato de sedes e etapas curtas imposto nos últimos anos.

Mouratoglou critica postura de Sabalenka no US Open: “Se irrita e afunda”

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US Open 2026: Mouratoglou critica postura de Sabalenka após vice e aponta “autoboicote”

🔥 FOGO VS GELO: A ANÁLISE DE MOURATOGLOU SOBRE SABALENKA (Clique para expandir)
  • Crítica incisiva: Patrick Mouratoglou apontou a gestão emocional como o único entrave para Sabalenka voltar a vencer Majors.
  • Perda do topo: Com o vice para Rybakina em Nova York, a bielorrussa perdeu a liderança do ranking da WTA.
  • Paralelo histórico: O contraste foi comparado a McEnroe e Borg, mas com revés técnico para a raiva da número 2.

A postura de Aryna Sabalenka no momento da derrota na grande final do US Open 2026 gerou duras análises no circuito internacional. O experiente treinador francês Patrick Mouratoglou usou suas redes sociais para fazer uma crítica construtiva, porém incisiva, ao comportamento da bielorrussa após o vice-campeonato diante da cazaque Elena Rybakina.

“O que vimos no US Open aconteceu muitas vezes nos últimos dois anos. Ela perde a final, atira a raquete antes de cumprimentar a adversária e a quebra na cadeira enquanto a Elena comemora. As emoções são humanas, mas ela sabe que não deveria reagir assim.”

— Patrick Mouratoglou

Perda do Topo e o Diagnóstico do “Autoboicote”

A derrota em Nova York teve um sabor amargo em dose dupla. Além de fechar a temporada de Grand Slams sem títulos e acumular dois vices em Majors para Rybakina (Austrália e US Open), Sabalenka viu a rival assumir o posto de número 1 do mundo da WTA.

  • Queda de Nível Contínua: Quando o plano tático falha, a emoção transborda, gerando negatividade e queda acentuada de rendimento por autoboicote.
  • A Chave do Sucesso: Para o francês, resolver a gestão emocional fará Sabalenka saltar de volta ao topo com múltiplas conquistas.

A Analogia “Fogo e Gelo”: McEnroe vs Borg

Mouratoglou comparou o duelo de personalidades ao clássico embate da década de 1980, ressaltando uma distinção comportamental determinante:

“Uma é fogo, a outra é gelo. Lembra McEnroe e Borg. Mas há uma grande diferença: McEnroe jogava muito melhor quando estava irritado. Quando a Aryna fica irritada, ela simplesmente deixa de jogar seu melhor tênis.”

📊 Raio-X: O Diagnóstico de Mouratoglou (Clique para retrair)
Aspecto Análise / Contexto
Elena Rybakina Perfil “Gelo”: Foco, frieza e controle total sob pressão.
Aryna Sabalenka Perfil “Fogo”: Intensidade explosiva com queda tática sob raiva.
Impacto no Ranking Perda da liderança da WTA para a cazaque.

“Foi uma guerra”: Shelton derruba Alcaraz em épico de 5 sets e celebra maior vitória da carreira

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US Open 2026: Shelton bate Alcaraz em batalha épica e vai à semifinal em Nova York

🇺🇸 GUERRA NO ARTHUR ASHE: SHELTON ELIMINA ALCARAZ (Clique para expandir)
  • Vitória histórica: Ben Shelton superou Carlos Alcaraz por 3 sets a 2 após 4h30 de uma batalha épica no US Open.
  • Desagravo no confronto: O norte-americano derrotou o espanhol pela primeira vez na carreira após quatro tentativas.
  • Próxima fase: Shelton encara o compatriota Frances Tiafoe nas semifinais em Flushing Meadows.

A noite em Nova York testemunhou a afirmação definitiva de Ben Shelton na elite do tênis mundial. Em uma batalha épica de 4h30 de duração, o jovem norte-americano superou o espanhol Carlos Alcaraz (atual número 3 do mundo) por 3 sets a 2 para incendiar o Arthur Ashe Stadium e carimbar sua vaga nas semifinais do US Open 2026.

Exausto, mas radiante após derrubar o espanhol pela primeira vez em quatro confrontos no circuito da ATP, o canhoto da casa não escondeu a emoção:

“Estou cansado, aquilo foi uma guerra, uma partida épica, muito física. O Carlos já é um dos maiores campeões do nosso esporte com apenas 23 anos. Com certeza foi a partida mais prazerosa que já tive na minha carreira.”

— Ben Shelton

A virada tática e resiliência na devolução

O triunfo de Shelton foi construído na base da resiliência mental. Após perder um primeiro set extenuante de 70 minutos no tie-break, o norte-americano encontrou forças para reagir imediatamente:

  • Confiança retomada: A quebra obtida no final da primeira parcial serviu de base para ajustar o saque e impor o ritmo nas trocas de fundo de quadra.
  • Inteligência de retorno: Com três quebras no segundo set, Shelton executou seu plano de jogo com precisão quirúrgica para desestabilizar a defesa do rival.

“Placar do Jogo: Ben Shelton 3 x 2 Carlos Alcaraz (6/7, 6/3, 6/4, 4/6 e 6/4)”

Clássico americano na semifinal

Dono de um jogo cada vez mais maduro na quadra dura, o recém-promovido número 6 do mundo terá pela frente um duelo 100% norte-americano contra Frances Tiafoe. O retrospecto recente favorece Shelton, que venceu três dos quatro confrontos anteriores no circuito profissional.

Apesar do desgaste acumulado, o tenista garantiu estar pronto para o descanso de dois dias antes do embate de sexta-feira.

📊 Raio-X da Batalha: Shelton vs Alcaraz (Clique para retrair)
Indicador Detalhes do Confronto
Placar Final 3 sets a 2 para Ben Shelton (6/7, 6/3, 6/4, 4/6 e 6/4).
Duração 4h30 de puro desgaste físico e técnico.
Próximo Rival Frances Tiafoe (Semifinal do US Open).

Sem perder sets no Canadá, Shelton supera susto com placa e marca final contra ‘freguês’

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Masters de Montréal: Ben Shelton atropela e busca o bi; Brasil decide nas duplas

Resumo da notícia
  • Campanha perfeita: Ben Shelton (10º) segue sem perder sets no torneio, eliminando Learner Tien nas semifinais por 6/2 e 6/3.
  • Final norte-americana: O atual campeão enfrenta Brandon Nakashima na decisão desta quinta-feira (13).
  • Brasil nas duplas: Gaúchos Orlando Luz e Rafael Matos disputam o título de duplas contra Arevalo/Pavic às 18h30.

A coroa de Montréal continua em mãos muito bem protegidas. Um ano após conquistar o primeiro título de Masters 1000 da sua carreira no Canadá, o norte-americano Ben Shelton está de volta à grande decisão. Na noite desta quarta-feira (12), o número 10 do mundo dominou o duelo contra o compatriota Learner Tien (19º) e garantiu o triunfo por 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 6/3, em 1h24 de partida.

Canhoto de 23 anos, Shelton alcança a nona final de sua carreira e a quarta apenas na temporada de 2026. Sua trajetória no Canadá tem sido avassaladora: ele soma cinco vitórias sem ceder um único set, deixando pelo caminho grandes nomes da nova geração.

Susto e domínio total

Apesar da vitória tranquila, a partida reservou um momento de tensão na segunda parcial. Já liderando por 4/1, Shelton escorregou e acabou se chocando contra uma placa de publicidade. O tenista sofreu um pequeno corte no cotovelo, mas após atendimento médico, seguiu em quadra sem limitações técnicas.

  • Serviço impecável: Sem enfrentar break-points no segundo set, Shelton cedeu apenas oito pontos em seus games de serviço.
  • Estatística: O campeão disparou 5 aces e liderou nas bolas vencedoras (winners) por 16 a 12.

“Placar Final: Ben Shelton 2 x 0 Learner Tien (6/2 e 6/3)”

Decisão de quinta-Feira

O adversário de Shelton na grande final, nesta quinta-feira (13), será Brandon Nakashima (31º), que superou a promessa espanhola Rafael Jódar. O retrospecto é amplamente favorável ao atual campeão: Shelton venceu todos os cinco confrontos anteriores contra Nakashima no circuito profissional.

A programação desta quinta-feira começa mais cedo para os brasileiros, com a final de duplas. Às 18h30 (de Brasília), os gaúchos Orlando Luz e Rafael Matos buscam o troféu contra o salvadorenho Marcelo Arevalo e o croata Mate Pavic.

Agenda: Masters de Montreal
Evento Duelo Horário (Brasília)
Duplas Luz/Matos vs Arevalo/Pavic 18h30
Simples Ben Shelton vs Brandon Nakashima 21h00

Sem jogar desde Wimbledon, João Fonseca sobe no ranking e vira cabeça em Montreal

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O momento do tênis brasileiro no circuito mundial segue em alta. Principal nome do país no circuito masculino da ATP, o carioca João Fonseca ganhou uma posição na atualização do ranking desta segunda-feira (27) e subiu para a 27ª colocação. A ascensão garantiu ao jovem de 19 anos o posto de cabeça de chave no Masters 1000 de Montreal, torneio que abre a gira norte-americana de quadras duras no próximo domingo.

Com o resultado, Fonseca se mantém no seleto grupo dos 30 melhores da ATP pela 19ª semana na carreira, estando a apenas três posições da sua melhor marca histórica (o 24º lugar).

Sem atuar em um torneio oficial da ATP desde a boa campanha interrompida na terceira rodada de Wimbledon — onde acabou caindo para o russo Roman Safiullin —, o número 1 do Brasil manteve o ritmo de preparação treinando no Rio de Janeiro, além de ter disputado a etapa do UTS na capital fluminense há duas semanas. O embarque do brasileiro para o Canadá está agendado para esta quarta-feira.

Poucos pontos a defender

A gira em quadras rápidas surge como uma grande oportunidade de salto para o brasileiro no ranking. João Fonseca defenderá apenas 110 pontos durante toda a sequência de torneios nos Estados Unidos e Canadá:

  • 10 pontos: Eliminado na primeira rodada do Masters de Montreal no ano passado.
  • 50 pontos: Alcançou a terceira rodada no Masters de Cincinnati.
  • 50 pontos: Chegou até a segunda rodada do US Open.

Com uma chave mais favorável em Montréal devido ao estatuto de cabeça de chave, qualquer avanço além das rodadas iniciais significará pontos líquidos somados na classificação geral da ATP.

Entenda o Calendário atípico do Masters de Montreal

O retorno de João Fonseca ao circuito vem acompanhado de um formato de calendário diferente do habitual. O Masters 1000 de Montreal começará já no próximo domingo e terá a duração de 11 dias, com a grande final programada para uma quinta-feira.

Vantagem de Cabeça de Chave: por estar pré-classificado entre os cabeças de chave, João Fonseca folga na primeira rodada e estreia direto na segunda fase em Montreal, ganhando dias valiosos de adaptação ao piso duro canadense.

Imediatamente no mesmo dia da decisão em Montreal, terá início o Masters 1000 de Cincinnati, que retoma a programação tradicional com final no domingo (23 de agosto), servindo como último grande teste antes do US Open.

Zverev encerra freguesia contra Fritz e atinge marca histórica em Grand Slams

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Resumo da notícia
  • Exorcizando o fantasma: Alexander Zverev superou Taylor Fritz com autoridade (3×0) e encerrou um tabu de sete derrotas seguidas para o americano.
  • Marca expressiva: O alemão agora possui semifinais em todos os quatro Grand Slams, somando 12 presenças na penúltima fase.
  • Invencibilidade: Atual campeão de Roland Garros, Zverev chega a 12 vitórias consecutivas em torneios Major.

O fantasma norte-americano foi finalmente exorcizado na grama do All England Club, em Wimbledon. Nesta quarta-feira (8), o alemão Alexander Zverev (3º do mundo) superou o norte-americano Taylor Fritz com uma atuação de gala, vencendo por 3 sets a 0 — parciais de 6/4, 6/4 e 6/2 —, em apenas 1h59 de confronto válido pelas quartas de final de Wimbledon.

A vitória não foi apenas o passaporte para a sua primeira semifinal na história do torneio britânico. Zverev também encerrou uma incômoda sequência de sete derrotas consecutivas para Fritz, igualando o histórico direto na grama (3-3) e mantendo vivo o sonho do primeiro título na superfície.

Domínio no saque e frieza na rede

A chave tática esteve na solidez do serviço e na frieza do alemão sob pressão. Zverev ditou o ritmo e não deu chances para o adversário:

  • Serviço intocável: foram 14 aces e 77% de pontos ganhos com o primeiro saque. Além disso, o alemão salvou todos os quatro break-points que enfrentou.
  • Aproveitamento: Com quatro quebras em seis oportunidades, Zverev soube capitalizar os momentos de instabilidade de Fritz.
  • Contraste: Apesar de Fritz ter disparado mais winners (31 a 29), o excesso de erros não forçados do americano (28 contra 15 de Zverev) foi determinante para o placar elástico.

Próximo desafio: a sensação britânica

Em busca de sua primeira final em Londres, Zverev terá um encontro inédito e imprevisível nas semifinais. Ele enfrentará o convidado britânico Arthur Fery, atual número 114 do ranking, que vem sendo a grande surpresa da competição após eliminar o italiano Flavio Cobolli nas quartas.

Raio-X da partida
Indicador Dados da Partida
Placar Final 6/4, 6/4 e 6/2 para Zverev.
Estatística de Saque 14 aces; 77% de pontos com o 1º serviço.
Semifinalista Alexander Zverev (1ª vez em Wimbledon).

“Significa tudo”: Após eliminar a atual campeã, Eala chora e relembra infância humilde antes da fama

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Resumo da notícia
  • Vitória Monumental: Alexandra Eala (32ª) eliminou a atual campeã Iga Swiatek (3ª) por 7/6 e 6/2.
  • Feito inédito: Aos 21 anos, Eala torna-se a primeira tenista das Filipinas a alcançar a segunda semana de um Grand Slam.
  • Determinação: Após salvar dois set-points no primeiro set, a jovem filipina dominou a parcial decisiva com agressividade e precisão.

A maior zebra da chave feminina de Wimbledon 2026 foi consolidada com uma dose gigante de emoção e história. Classificada para as oitavas de final de um Grand Slam pela primeira vez na carreira, a filipina Alexandra Eala não segurou as lágrimas após conquistar uma vitória monumental neste sábado (4) contra a polonesa Iga Swiatek, atual campeã do torneio e número 3 do mundo, com parciais de 7/6 (11-9) e 6/2.

Aos 21 anos e ocupando a 32ª posição do ranking da WTA, Eala relembrou sua trajetória improvável até o topo do esporte e ressaltou o impacto que esse resultado tem para o seu país natal:

“Talvez para alguém como a Iga, essa conquista pareça pequena. Mas, para quem cresceu nas Filipinas, significa tudo. Eu ia treinar com meu irmão e meu avô todos os dias depois da escola, usando minhas meias de babados e tênis que acendiam luzes.”

— Alexandra Eala

Drama no 1º set e sangue frio no tie-break

A partida ganhou contornos dramáticos na primeira parcial. Eala chegou a liderar por 5/3, mas sentiu a pressão e foi quebrada quando sacava para fechar o set. No tie-break, a filipina precisou salvar dois set-points da polonesa antes de decidir o confronto na base do instinto.

Questionada sobre a declaração de Swiatek — que reclamou de dificuldades para devolver seu saque —, Eala foi humilde: “Nunca fui uma das melhores sacadoras, mas faço o melhor para usar o serviço a meu favor. Acho que fiz bem o meu trabalho hoje”.

Próximo desafio e inspiração

No segundo set, com Swiatek abalada pelos erros de forehand, a filipina manteve o ritmo, conquistou duas quebras e fechou com um tranquilo 6/2. Com essa vitória, Eala torna-se uma inspiração nacional, dividindo os méritos com sua equipe técnica.

Pelas oitavas de final, Alexandra Eala enfrentará a italiana Jasmine Paolini, vice-campeã de Roland Garros 2025, em um duelo que promete incendiar a quadra de grama londrina.

Raio-X da partida: Eala vs Swiatek
Indicador Detalhes
Placar Final 7/6 (11-9) e 6/2 para Alexandra Eala.
Estatística 7ª vitória contra uma top 10 na carreira da filipina.
Próxima Fase Oitavas de final contra Jasmine Paolini.

O dono do tempo e da grama: Djokovic iguala Federer e desafia os limites da história em Wimbledon

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Dizem que a grama do All England Club guarda memórias. Se prestarmos atenção, ainda é possível ouvir o deslizar elegante de Roger Federer pela Quadra Central, como se ele não pisasse, mas flutuasse sobre o verde sagrado de Londres. Até ontem, o maestro suíço reinava isolado no topo de uma estatística mística: 105 vitórias no templo do tênis.

Mas o destino de Wimbledon é ser moldado por gigantes. E há um gigante que se recusa a aceitar os limites do tempo.

Nesta sexta-feira, Novak Djokovic não enfrentava apenas o francês Arthur Rinderknech; ele jogava contra a própria história. E quando fechou o tie-break do quarto set, mergulhando na grama em um último voleio de puro instinto, o sérvio não apenas garantiu sua vaga nas oitavas de final de 2026. Ele alcançou o topo do Olimpo britânico.

São 105 vitórias. Um número que, se pararmos para pensar, parece absurdo para um torneio de tiro curto de duas semanas. Significa cruzar gerações, resistir a lesões, ignorar a fadiga crônica e manter uma fome leonina por mais de duas décadas. Onde outros encontram a merecida calmaria da aposentadoria, o sérvio de 39 anos encontra motivação para se esticar inteiramente no chão e vencer um match point.

Da rejeição ao respeito eterno

O mais fascinante da crônica de Djokovic em Wimbledon é que ele nunca teve o amor incondicional que a Quadra Central dedicava a Federer. No início, Novak era o intruso que estragava a festa. Hoje, ele é uma força da natureza incontornável. O público londrino aprendeu a respeitá-lo não pela facilidade, mas pela resiliência. Pela capacidade quase assustadora de transformar vaias em combustível e a pressão em diamante.

Ao final do jogo, com o humor ácido de quem sabe exatamente o tamanho do que construiu, ele brincou ao microfone:

“Proponho um jogo entre mim e o Roger valendo a vitória 106. Quem ganhar, leva”.

A torcida riu, sabendo que Federer assiste a tudo isso de terno, confortavelmente assentado na galeria dos imortais.

A um passo do isolamento absoluto

Agora, falta apenas um passo. Apenas uma partida contra Roman Safiullin separa Djokovic do isolamento absoluto na história do torneio masculino. Se o corpo e a mente obedecerem ao comando do homem de ferro do tênis, a vitória de número 106 virá para romper o empate e coroar o novo e definitivo senhor da grama.

Até lá, os deuses do tênis observam. Federer sorri de longe. E Djokovic continua correndo, deslizando e vencendo, como se o tempo fosse apenas mais um adversário que ele aprendeu a dominar.

Campeãs de Grand Slam brilham na abertura da rodada em Wimbledon

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Resumo da notícia
  • Ostapenko implacável: A letã cedeu apenas dois games em sua vitória sobre Antonia Ruzic e caminha para um possível duelo contra Sabalenka.
  • Osaka iguala tabu: Naomi Osaka venceu Anastasia Gasanova e igualou seu melhor desempenho histórico no All England Club (3ª rodada).
  • Olho na liderança: Com vitórias contundentes, as duas favoritas colocam pressão no quadrante da líder do ranking mundial.

Duas das jogadoras mais perigosas e experientes localizadas no quadrante da bielorrussa Aryna Sabalenka continuam avançando com autoridade nas quadras de grama de Londres. Na abertura da rodada desta quarta-feira (1º), a japonesa Naomi Osaka e a letã Jelena Ostapenko conquistaram vitórias contundentes em sets diretos, garantindo a classificação para a terceira rodada de Wimbledon.

Ostapenko arrasa croata e aguarda Sabalenka

Campeã de Roland Garros em 2017, Jelena Ostapenko sobrou fisicamente e tecnicamente em quadra. A letã precisou de apenas 66 minutos para aplicar uma vitória arrasadora sobre a croata Antonia Ruzic, cedendo apenas dois games em toda a partida, com parciais de 6/2 e 6/0.

Com o resultado, Ostapenko se coloca estrategicamente na rota de Sabalenka. Ela será a próxima adversária da líder do ranking mundial, caso a bielorrussa confirme o favoritismo diante da norte-americana McCartney Kessler.

Placar: Jelena Ostapenko 2 x 0 Antonia Ruzic (6/2 e 6/0)

Osaka Iguala melhor resultado em Londres

Se o duelo de Sabalenka com Ostapenko já bate à porta, um potencial confronto de oitavas de final pode colocar Naomi Osaka no caminho da primeira do mundo. A japonesa, cabeça de chave número 14, fez valer seu favoritismo diante da russa Anastasia Gasanova (vinda do qualificatório e atual 225ª do mundo), triunfando por 6/3 e 6/2 em 67 minutos de jogo.

Com essa vitória, Osaka iguala o seu melhor desempenho histórico no All England Club. A ex-número 1 do mundo tenta agora quebrar um tabu pessoal e avançar às oitavas de final de Wimbledon pela primeira vez na carreira, após ter batido na trave e caído na terceira rodada nas edições de 2017, 2018 e 2025.

Placar: Naomi Osaka 2 x 0 Anastasia Gasanova (6/3 e 6/2)