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Bia Haddad encara “carrrasca” e atual campeã na estreia em Paris

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A paulista Beatriz Haddad Maia já está em solo francês para iniciar sua jornada no WTA 125 de Paris. Disputado no tradicional clube Lagardère Paris Racing, o torneio oferece uma premiação de US$ 115 mil e serve como o penúltimo ajuste da brasileira antes do segundo Grand Slam da temporada.

Bia, que foi vice-campeã deste evento em 2022, não figura entre as cabeças de chave e terá um sorteio indigesto logo de cara.

O desafio: Diane Parry e o “tabu” do saibro

A estreia será contra a francesa Diane Parry (108ª), que venceu o torneio em 2023. Embora Bia tenha vencido o encontro mais recente entre elas (Miami 2024), o retrospecto no saibro favorece amplamente a francesa.

  • H2H Geral: 2-1 para Diane Parry.

  • No Saibro: 2 vitórias de Parry (Buenos Aires e Santiago 2021).

  • Último confronto: Vitória de Bia, de virada, em quadra dura.

O caminho até a final

Se passar pela estreia, a brasileira terá um quadrante repleto de nomes experientes e jovens promessas. Confira as potenciais adversárias:

Rodada Potencial Adversária
2ª Rodada Chloe Paquet (FRA) ou Maya Joint (AUS – #34)
Quartas Sloane Stephens (ex-nº 3) ou Yulia Putintseva
Semifinal Leylah Fernandez (2ª favorita) ou Sara Bejlek

Do outro lado da chave, grandes nomes como Madison Keys, Emma Navarro e a atual campeã Katie Boulter lideram a corrida pelo título, tornando o nível técnico deste WTA 125 comparável a muitos torneios de nível 500.

Calendário: maratona francesa

Após Paris, Bia Haddad não terá descanso. A brasileira já está confirmada no WTA 500 de Estrasburgo na próxima semana, fechando seu ciclo de preparação oficial antes do sorteio da chave principal de Roland Garros.

“Tênis não é futebol”: o desabafo de João Fonseca após clima hostil em Roma

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A jornada de João Fonseca no Masters 1000 de Roma terminou de forma amarga e cercada de polêmica. Eliminado pelo sérvio Hamad Medjedovic, o carioca de 19 anos não escondeu o incômodo com o comportamento de parte da torcida brasileira presente no Foro Itálico. O clima hostil, que por vezes lembrou estádios de futebol, gerou atritos diretos entre Medjedovic e a arquibancada, afetando o ritmo de uma partida decidida nos detalhes.

Durante o terceiro set, a tensão atingiu o ápice. Medjedovic, visivelmente irritado com manifestações durante o seu saque em pontos cruciais, chegou a pedir ao árbitro que “mandasse a torcida calar a boca”, sendo respondido com vaias pesadas. Em entrevista à ESPN, Fonseca discordou da postura agressiva do rival, mas deu razão ao incômodo com o excesso de barulho. Para o número 1 do Brasil, é preciso entender que a dinâmica do tênis exige um respeito que ultrapassa a paixão clubística.

Eu adoro a torcida, mas tem que ter um pouco de limite e respeito. A torcida brasileira às vezes pensa que é um jogo de futebol. Isso não atrapalha apenas o adversário, mas também me atrapalha“, ponderou Fonseca, destacando que o excesso de interrupções quebra a concentração necessária para o alto nível.

Além das arquibancadas, João Fonseca direcionou críticas ao gerenciamento da partida. Segundo o brasileiro, o árbitro de cadeira perdeu o controle emocional do confronto na reta final, especialmente quando o placar marcava 5 a 5 no set decisivo. João admitiu que ele mesmo acabou perdendo o controle momentaneamente devido às decisões equivocadas da arbitragem, classificando o episódio como uma dura lição para sua evolução no circuito.

Apesar da eliminação precoce, Fonseca encara o ocorrido com maturidade. O jovem ressaltou que, embora ame jogar com o apoio dos fãs, o ambiente em Roma serviu para mostrar que a linha entre o apoio e o prejuízo técnico é tênue. Agora, o foco do brasileiro se volta para os ajustes mentais e técnicos, visando manter a consistência em um circuito onde o controle emocional vale tanto quanto um bom saque.

​De Osaka a Svitolina: o guia das mães que dominam o circuito mundial de tênis

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Atualmente, o circuito da WTA vive um momento histórico em que a maternidade não é mais vista como o fim da carreira, mas sim como uma pausa para o retorno ao alto nível. Em fevereiro de 2026, inclusive, houve um marco inédito: pela primeira vez na história, duas mães figuraram simultaneamente no Top 10 do ranking mundial.

Aqui estão as 10 tenistas mais famosas que são mães e seguem competindo (ou retornaram recentemente) no circuito profissional:

1. Naomi Osaka (Japão)

A ex-número 1 do mundo e dona de 4 títulos de Grand Slam retornou em 2024 após o nascimento de sua filha, Shai. Em 2026, ela continua sendo uma das maiores estrelas do esporte, provando que é possível manter o poder de jogo após a maternidade.

2. Victoria Azarenka (Bielorrússia)

Uma das pioneiras dessa “nova geração” de mães. Ex-número 1 e bicampeã do Australian Open, Azarenka retornou em 2018 após o nascimento de seu filho, Leo. Ela segue competitiva no topo do ranking e é uma voz ativa pelos direitos das jogadoras que são mães.

3. Angelique Kerber (Alemanha)

A tricampeã de Grand Slam e ex-líder do ranking voltou ao circuito em 2024 após o nascimento de sua filha, Liana. Kerber trouxe de volta sua resiliência característica, sendo uma das veteranas mais respeitadas do tour.

4. Caroline Wozniacki (Dinamarca)

Wozniacki chegou a se aposentar, mas decidiu voltar ao tênis após ter dois filhos (Olivia e James). A ex-número 1 do mundo e campeã do Australian Open de 2018 é um dos maiores exemplos de conciliação entre a rotina de duas crianças e as viagens do circuito.

5. Elina Svitolina (Ucrânia)

Um dos maiores sucessos recentes. Svitolina retornou em tempo recorde após o nascimento de sua filha, Skai (com o tenista Gaël Monfils), e em 2026 fez história ao retornar ao top 10 da WTA, alcançando semifinais de Grand Slam após se tornar mãe.

6. Belinda Bencic (Suíça)

A campeã olímpica de Tóquio é a mais nova integrante do grupo de elite das mães. Após o nascimento de sua filha, Bella, Bencic conseguiu o feito de estar no top 10 junto com Svitolina em 2026, consolidando o sucesso das “mamães” no ranking.

7. Tatjana Maria (Alemanha)

Mãe de duas filhas (Charlotte e Cecilia), Tatjana é famosa por viajar o mundo com a família completa. Ela viveu o melhor momento da carreira após a segunda gravidez, chegando à semifinal de Wimbledon e vencendo títulos da WTA com mais de 30 anos.

8. Taylor Townsend (EUA)

Uma das melhores jogadoras de duplas do mundo (chegando ao número 2 em 2026) e também destaque em simples. Ela é mãe de Adyn Aubrey e frequentemente compartilha os desafios e as alegrias de ser uma mãe solo e atleta de elite.

9. Vera Zvonareva (Rússia)

A veterana e ex-número 2 do mundo é mãe de Evelina. Mesmo aos 41 anos, Zvonareva continua ativa, especialmente nas duplas, onde ainda conquista títulos importantes e compete em alto nível contra jogadoras muito mais jovens.

10. Yanina Wickmayer (Bélgica)

Ex-semifinalista do US Open, Wickmayer retornou ao circuito após o nascimento de sua filha, Luana. Ela é uma das jogadoras que utiliza o sistema de “ranking protegido” da WTA para reconstruir sua carreira no circuito profissional.

Jannik Sinner atropela na estreia em Roma e atinge marca histórica de Roger Federer

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O atual número 1 do mundo, Jannik Sinner, deu mais um passo em direção à imortalidade estatística neste sábado. Em sua estreia no Masters 1000 de Roma, o italiano não tomou conhecimento do austríaco Sebastian Ofner, vencendo por 6/3 e 6/4 em apenas 1h31. A vitória, conquistada diante de um Foro Itálico lotado, marca a 29ª vitória consecutiva de Sinner em torneios desta categoria.

​Com o triunfo, o jovem de 24 anos igualou a sequência de Roger Federer (estabelecida em 2006). Agora, Sinner tem apenas Novak Djokovic à sua frente na história: o sérvio detém as duas maiores séries invictas em Masters 1000, com 30 e 31 vitórias, respectivamente.

​Apesar de duas interrupções na iluminação da quadra central durante o segundo set, Sinner manteve a frieza característica. O italiano foi impecável no serviço e na consistência do fundo de quadra:

  • Eficiência no saque: venceu 82% dos pontos com o primeiro serviço e não enfrentou nenhum break-point.
  • Agressividade: disparou 19 winners e cometeu apenas 16 erros não forçados.
  • Regularidade na temporada: Sinner agora soma 31 vitórias e apenas 2 derrotas em 2026, acumulando uma sequência de 24 triunfos consecutivos em todos os níveis.

​H2H: o caminho para a terceira rodada

​Garantido na próxima fase, Sinner aguarda o vencedor do duelo entre o australiano Alexei Popyrin e o tcheco Jakub Mensik. Ambos os cenários trazem elementos de revanche ou cautela para o líder do ranking:

  • Contra Popyrin: o italiano lidera o confronto direto por 2 a 1, mas sua única derrota para o australiano ocorreu justamente no saibro (Madri, 2021).
  • Contra Mensik: O jovem tcheco é o último jogador a derrotar Sinner no circuito. O revés aconteceu nas quartas de final em Doha, em fevereiro deste ano. Desde então, Sinner emendou a sequência de quatro títulos seguidos (Indian Wells, Miami, Monte Carlo e Madri).

​A Busca pelo título inédito

​Vice-campeão na temporada passada, Jannik Sinner busca sua primeira conquista “em casa”. Vindo de um troféu inédito em Madri e embalado por uma torcida fanática, o italiano parece estar no ápice físico e mental para quebrar a hegemonia de Djokovic e se consolidar como o maior nome do saibro em 2026 antes de Roland Garros.

​Acompanhe o Masters 1000 de Roma: Todas as partidas de Jannik Sinner têm transmissão ao vivo para o Brasil pelos canais ESPN e na plataforma de streaming Disney+

Sabalenka cai para Cirstea em Roma e pode perder liderança do ranking para Rybakina

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​O WTA 1000 de Roma testemunhou um dos resultados mais impactantes da temporada neste sábado. A número 1 do mundo, Aryna Sabalenka, deu adeus ao sonho de conquistar o título inédito na capital italiana ao ser superada pela romena Sorana Cirstea. Em uma batalha dramática de 2h14, a veterana de 36 anos triunfou com parciais de 2/6, 6/3 e 7/5.

​O triunfo histórico de Cirstea

​Atualmente na 27ª posição do ranking, Cirstea vive uma temporada especial em sua “turnê de despedida”. A vitória sobre Sabalenka marca a primeira vez que a romena derrota uma líder do ranking da WTA em sua carreira. Após um primeiro set dominado pela bielorrussa, Cirstea mostrou resiliência e precisão técnica para desgastar a favorita e fechar o jogo no saibro romano.

​Agora, Sorana terá pela frente a jovem tcheca Linda Noskova (21 anos), que despachou Oleksandra Oliynykova por 6/1 e 6/3. O confronto promete ser um “tira-teima”: as duas já se enfrentaram quatro vezes em 2024 (todas em quadras rápidas), com duas vitórias para cada lado. Este será o primeiro duelo entre elas na terra batida.

​Liderança sob ameaça

​A eliminação prematura acende o sinal de alerta para Sabalenka. Após cair nas quartas de final em Madri, a bielorrussa sai de Roma sem somar pontos significativos, o que coloca seu posto de número 1 do mundo em risco. A caça ao topo é liderada pela cazaque Elena Rybakina, que segue firme na chave italiana.

​Com os olhos voltados para Roland Garros, onde defende o vice-campeonato, Sabalenka precisará recalibrar seu jogo para o saibro parisiense, enquanto Cirstea prova que ainda tem muito tênis para entregar antes de sua aposentadoria definitiva.

Entenda por que as estrelas do tênis cogitam paralisar os Grand Slams

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​A tenista número 5 do mundo, Jessica Pegula, è mais uma a comentar a possibilidade real de um boicote dos jogadores aos Grand Slams.

Em entrevista após sua estreia no WTA 1000 de Roma, a americana criticou o baixo repasse da receita dos grandes torneios aos atletas e defendeu mudanças urgentes na estrutura financeira do esporte.

​União das estrelas: Sinner e Sabalenka na mira

​Pegula destacou que a insatisfação não é isolada. A jogadora celebrou o apoio de nomes como Jannik Sinner e Aryna Sabalenka, que também se manifestaram contra as premiações atuais. Para ela, a união das “vozes proeminentes” é o que pode forçar os Slams a cederem.

​As principais reivindicações dos jogadores:

  • Aumento de receita: Maior percentual dos lucros bilionários dos Grand Slams repassado aos prêmios.
  • Bem-estar e pensões: Criação de um sistema de aposentadoria e suporte à saúde dos atletas a longo prazo.
  • Comunicação direta: Melhora no diálogo entre as organizações dos torneios e os conselhos de jogadores.

​”Espero que não tenhamos que chegar ao ponto de um boicote; isso seria uma medida extrema. O que está claro é que algo precisa ser feito“, afirmou Pegula, reforçando que está disposta a tomar medidas drásticas se o grupo estiver alinhado.

​Com final de US Open e diversos títulos de WTA 1000 na prateleira, Jessica Pegula é uma das vozes mais respeitadas no vestiário feminino, o que dá ainda mais peso à ameaça de paralisação.

Djokovic exalta evolução de promessa croata após duelo em Roma

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​O clima na rede após o confronto no Masters 1000 de Roma foi de profundo respeito e admiração mútua. Novak Djokovic, em um gesto de cortesia que marca sua trajetória, abraçou calorosamente o adversário Dino Prizmic — fã declarado do sérvio — e fez questão de registrar o impressionante salto de qualidade no jogo do oponente.

​Durante o cumprimento, Nole destacou uma mudança específica que chamou sua atenção: a evolução da direita (forehand) do croata. Para o líder do ranking, o trabalho que vem sendo realizado pela equipe técnica do jovem jogador já apresenta resultados nítidos em quadra, elevando o nível de competitividade a um patamar de elite.

​”Hoje ele certamente jogou em altíssimo nível. Disse a ele na rede que sua direita melhorou muito. O que quer que esteja fazendo com sua equipe está funcionando”, afirmou Djokovic, que ainda completou com uma previsão otimista: se o atleta conseguir manter a integridade física, tem todas as ferramentas para escalar rapidamente as posições do ranking da ATP.

O Masters 1000 de Roma é transmitido no Brasil pelos canais ESPN e Disney+.

Dino Prizmic quebra tabus históricos de Djokovic no Masters de Roma

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O mundo do tênis ainda tenta processar o que aconteceu na quadra central do Foro Itálico nesta sexta-feira. Dino Prizmic, a joia croata de apenas 20 anos, não apenas eliminou Novak Djokovic do Masters 1000 de Roma, como redesenhou os livros de história ao impor ao sérvio dois recordes negativos que pareciam inalcançáveis.

Confira os detalhes do “feito duplo” que colocou Prizmic definitivamente na elite do esporte:

1. O Fim da invencibilidade em estreias

Novak Djokovic e o Foro Itálico sempre tiveram um caso de amor. Em 19 participações no torneio, o hexacampeão jamais havia perdido em sua partida de estreia. Foram quase duas décadas superando a pressão do primeiro jogo no saibro italiano, até encontrar a resiliência de Prizmic.

A derrota por 2/6, 6/2 e 6/4 marca a queda de um dos tabus mais impressionantes da carreira de Nole, que agora chega a Roland Garros com um ponto de interrogação sobre seu ritmo competitivo.

2. A primeira derrota para um croata no saibro

Este é, talvez, o dado mais surpreendente do confronto. Apesar da histórica rivalidade entre sérvios e croatas e da qualidade de nomes como Marin Cilic, Ivan Ljubicic e Borna Coric, Djokovic nunca havia perdido para um tenista da Croácia no saibro em torneios da ATP.

Dino Prizmic quebrou essa “maldição” nacional com uma exibição de gala. Ele soube explorar o desgaste físico de Djokovic — que chegou a solicitar atendimento médico — e manteve a agressividade necessária para castigar o sérvio no piso lento, algo que nenhum de seus compatriotas conseguiu em mais de 20 anos de circuito profissional.

Djokovic cai pela 1ª vez na estreia em Roma e liga sinal amarelo para Roland Garros

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O retorno de Novak Djokovic às quadras não foi como o mundo do tênis imaginava. Após dois meses afastado, o número 4 do mundo estreou nesta sexta-feira no Masters 1000 de Roma, mas teve vida curta. Em uma partida dramática de 2h15min, o sérvio foi eliminado de virada pelo jovem croata Dino Prizmic (79º), com parciais de 2/6, 6/2 e 6/4.

O resultado é histórico: em 19 participações no torneio italiano, esta é a primeira vez que o hexacampeão se despede logo em sua partida de estreia.

Djokovic começou a partida com a autoridade de quem domina o saibro romano, fechando o primeiro set com duas quebras de serviço. No entanto, o cenário mudou drasticamente na segunda parcial.

Durante o segundo set, Nole apresentou sinais visíveis de mal-estar, aparentando dificuldade para respirar e solicitando a atenção da equipe médica.

Aproveitando a queda de intensidade do veterano, Prizmic mostrou por que é considerado o futuro do tênis croata. Com uma consistência impressionante, ele dominou o segundo set e manteve a frieza no terceiro para fechar a partida com um ace cinematográfico.

Prizmic: a nova “zebra” do top 10

Para Dino Prizmic, o triunfo em Roma confirma seu status de “matador de gigantes”. Esta foi sua segunda vitória sobre um tenista do Top 10 em apenas quatro confrontos na carreira. Recentemente, no Masters de Madri, ele derrotou o americano Ben Shelton.

Na terceira rodada, o croata enfrentará o francês Ugo Humbert, que despachou o tcheco Vit Kopriva. O Masters 1000 de Roma é transmitido no Brasil pelos canais ESPN e Disney+.

Roland Garros: o que dá para comprar no Brasil com o prêmio milionário?

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Para um tenista, erguer o Coupe des Mousquetaires ou o Coupe Suzanne Lenglen é o auge da glória esportiva. Mas, para além da história escrita no saibro, o campeão de Roland Garros 2026 leva para casa uma bolada capaz de mudar o patamar financeiro de qualquer um. Com o prêmio estimado em 2,8 milhões de euros, o vencedor ou vencedora embolsa uma fortuna que atinge cifras astronômicas.

Considerando o câmbio atual (aproximadamente R$ 5,90), estamos falando de nada menos que R$ 16.520.000,00.

Mas o que esse valor representa na realidade brasileira? O que é possível adquirir com os R$ 16,5 milhões de um campeão em Paris? Preparamos uma lista que coloca esse prêmio em perspectiva.

1. Luxo no quadrilátero de ouro ou no litoral catarinense

Se o campeão decidir investir em imóveis no Brasil, o prêmio de Roland Garros abre portas para o que há de mais exclusivo no mercado.

  • Apartamento de alto padrão no Leblon (RJ): É possível adquirir um imóvel de luxo no metro quadrado mais caro do país, com vista para o mar e acabamento de primeira linha.
  • Cobertura em Balneário Camboriú (SC): No “Dubai brasileira”, esse valor compra um apartamento em um dos arranha-céus mais altos do mundo, com direito a heliponto e infraestrutura de resort.
  • Mansão em Alphaville (SP): Para quem prefere privacidade e espaço, o prêmio garante uma mansão cinematográfica, com piscina, quadra de tênis particular e automação completa.

2. Uma garagem de superesportivos

Se a paixão do vencedor for velocidade, os R$ 16,5 milhões transformam qualquer garagem em um salão do automóvel. Com esse montante, o campeão poderia comprar:

  • Ferrari F8 Spider: Um dos modelos mais desejados da marca italiana, custando na casa dos R$ 4,5 milhões. Ele ainda teria troco para mais três!
  • Frota de SUVs de Luxo: Ou, se preferir versatilidade, daria para adquirir cerca de 15 unidades da Porsche Cayenne topo de linha para toda a família e equipe técnica.

3. O “império do tênis” particular

Para um atleta que vive o esporte, o prêmio poderia ser reinvestido na base. Com esse valor, é possível construir uma academia de tênis completa, com cerca de 10 quadras de saibro de nível profissional, vestiários modernos, academia de ponta e alojamento para jovens talentos.

Em termos de materiais, a curiosidade impressiona: com o prêmio, seria possível comprar aproximadamente 470 mil tubos de bolas de tênis premium. Haja braço para tanto treino!

4. Viver de renda: o sonho da aposentadoria

Se o campeão for conservador e decidir colocar os R$ 16,5 milhões na conta, ele poderia viver com um padrão de vida altíssimo apenas com os rendimentos. Em investimentos de renda fixa com taxas médias atuais, o valor poderia gerar cerca de R$ 130 mil a R$ 150 mil por mês, livres de esforço, garantindo uma aposentadoria precoce e luxuosa.