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Antes de entrar em quadra contra Flavio Cobolli em Paris, o alemão Alexander Zverev carrega o peso de três vices dramáticos em Majors. Relembre os roteiros.
Alexander Zverev tenta espantar a sina de vices e quebrar jejum alemão que dura desde Boris Becker; Flavio Cobolli busca feito histórico para o tênis italiano.
Após quebrar tabu histórico no saibro francês, o goiano de 17 anos revela bastidores da final, exalta a energia da torcida e se declara fã de João Fonseca e Novak Djokovic
Campeã em Paris aos 19 anos, russa abre o coração sobre os nervos nos bastidores, celebra parceria com Conchita Martinez e manda recado fofo para Maja Chwalinska.
A russa de 19 anos confirmou o favoritismo, aplicou sequência de nove games seguidos contra a polonesa e se tornou a campeã mais jovem em Paris desde Monica Seles em 1992.
Primeiro cabeça de chave do torneio, o goiano de 17 anos derrotou o norte-americano Michael Antonius em sets diretos, cravou seu nome na história do esporte nacional e alcançou o topo do ranking mundial.
Atual 114ª do ranking, a polonesa Maja Chwalińska entra em quadra contra Mirra Andreeva podendo reescrever a história do tênis feminino com dois feitos estatisticamente improváveis.
Em um duelo contra o compatriota Leo Storck, o goiano de 17 anos mostrou uma força mental absurda, garantiu a liderança do ranking e agora busca quebrar um tabu histórico no Grand Slam francês.
A russa de 19 anos tenta quebrar o recorde de Iga Swiatek, enquanto a polonesa vinda do quali busca repetir o feito assombroso de Emma Raducanu para faturar um prêmio milionário.
De quase falida e sem conseguir sair da cama devido à depressão, a polonesa de 24 anos garante prêmio milionário em Paris e dispara: "Não tenho patrocinador, essa é a história".
Em Shenzhen para a Billie Jean King Cup, a ex-número 3 criticou duramente atletas que mudaram de nacionalidade sem condenar a invasão da Ucrânia e defendeu que o esporte não se separa da política.
Apesar de carimbar o passaporte da equipe alemã para a fase final na Itália com duas vitórias em Halle, o número 2 do mundo não poupou críticas ao regulamento atual do torneio e deixou dúvidas sobre sua presença em novembro.
Após a bielorrussa perder a final em Nova York e o topo do ranking para Elena Rybakina, o renomado treinador francês analisa o descontrole emocional da atleta e alerta sobre o impacto em sua carreira.
Em uma batalha épica de 4h30, o norte-americano superou o atual número 3 do mundo pela primeira vez no circuito e garantiu vaga na semifinal diante de Frances Tiafoe.
Atual campeão do torneio, o norte-americano manteve a campanha impecável no Canadá, superou um pequeno susto no cotovelo e vai disputar o título nesta quinta-feira contra Brandon Nakashima.